• Qual a função do sensor de fase dos motores eletrônicos?

    Publicado em 5 de Maio de 2009 Clube do Diesel Sem comentários

    O sensor de fase informa ao módulo eletrônico de controle do motor (ECM) em qual cilindro deve ser feita a injeção do diesel. Essa informação é transmitida por sinais elétricos, que o sensor modula por meio de uma roda dentada, instalada no eixo de comando de válvulas ou em uma elevação no próprio comando de válvulas, dependendo do tipo do motor. Com o auxílio deste sensor é possível realizar uma combustão mais homogênea, proporcionando ao motor um funcionamento mais suave, além da redução de emissão de poluentes e de combustível.

  • A importância das peças genuínas

    Publicado em 30 de Abril de 2009 Clube do Diesel Sem comentários

    pecas-genuinas

    Todas as peças de reposição devem ser originais, pois elas são fabricadas de acordo com rigorosos processos que garantem o bom funcionamento do motor eletrônico, além de possuir garantia da fábrica. No caso específico dos filtros do motor, eles são fabricados com papel de altíssima qualidade, garantido uma perfeita filtragem do combustível, que nem sempre é possível abastecer com boa qualidade. Filtros não originais ou ‘piratas’ permitem a passagem de impurezas, o que deteriora todo o sistema de injeção do motor.

  • O motor aceita qualquer tipo de óleo lubrificante?

    Publicado em 28 de Abril de 2009 Clube do Diesel Sem comentários

    Não. O recomendado pelo fabricante é sempre utilizar um óleo lubrificante que atenda as normas nacionais e internacionais de qualidade e segurança. Ele deve ser testado sob em condições de trabalho a que se aplica o motor. A substituição por outro material com especificação diferente da recomendada, pode provocar desgaste prematuro dos componentes móveis do motor. Por esse motivo, o uso adequado do óleo lubrificante garante maior durabilidade e qualidade no funcionamento do propulsor.

  • CGI – Ferro Fundido Vermicular

    Publicado em 23 de Abril de 2009 Clube do Diesel 4 comentários

    cgi

    O ferro fundido vermicular, também conhecido como Compacted Graphite Iron (CGI), foi descoberto por acaso durante a fabricação do ferro fundido nodular. O CGI tem sido produzido em componentes de geometria relativamente simples há mais de trinta anos; no entanto apenas nos últimos anos as fundições têm empregado essa tecnologia em componentes mais complexos.
    Possui boas características de resistência mecânica, amortecimento, tenacidade, resistência a choques térmicos, condutividade térmica, e ductilidade. A junção de características tão importantes, tanto do ferro fundido cinzento quanto do ferro fundido nodular, atribui ao ferro fundido vermicular uma grande importância para aplicação industrial. Nos últimos anos ele vem sendo matéria-prima na fabricação de protótipos e blocos de motores de carros de corrida e, mais recentemente, na fabricação de motores a diesel substituindo o ferro fundido cinzento que até então era tradicionalmente utilizado.

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  • Água no Diesel

    Publicado em 16 de Abril de 2009 Clube do Diesel 37 comentários

    A água que aparece no diesel pode ser proveniente de várias fontes como: condensação da umidade no tanque, adulteração, manuseio inadequado ou contaminação acidental. Uma das principais conseqüências neste caso é a perda de lubricidade do diesel por ação da água, causando oxidação das partes metálicas principalmente a bomba injetora, já que durante o processo de combustão o óleo diesel é utilizado como lubrificante do sistema de injeção. Um dos danos mais comuns nestes casos é a perda de estanqueidade, ou seja, ocorre a pulverização de combustível em excesso e fora do tempo de injeção, o que pode provocar o derretimento dos pistões do motor e a perda de todo o conjunto.

    A presença de água no tanque de diesel pode levar ao desenvolvimento e multiplicação de colônias de microorganismos (bactérias, fungos e leveduras) que se alimentam do diesel, gerando um material com aspecto de lama conhecido como borra e também ácidos orgânicos, alcoóis e éteres. Estes produtos químicos fazem o combustível apresentar um cheiro forte e azedo e a mistura nessa condição é de difícil separação nos filtros – acelerando sua saturação – e desse modo o diesel contaminado chega ao sistema de injeção, danificando-o por corrosão.
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  • Turbinar motores originalmente aspirados. Esta prática é válida?

    Publicado em 14 de Abril de 2009 Clube do Diesel 8 comentários

    O projeto e desenvolvimento de um motor são baseados em sucessivos testes de engenharia e de provas de campo, para que a relação desempenho X durabilidade seja garantida.
    Um motor de aspiração natural (sem o turbo) foi desenvolvido e testado para suportar determinadas condições de esforços mecânicos e térmicos.
    Antes que um motor entre em produção, ele passa por duras provas em dinamômetros, em condições severas, onde são testados para a avaliação da potência, torque, nível de fumaça, ruído, vibração, consumo de combustível e testes de durabilidade.
    Com estes testes é possível avaliar o esforço que o motor suportou, se perdeu torque e potência e se houveram danos nos componentes.
    Além dos testes em dinamômetros, os motores são testados também nos veículos em condições reais. Ou seja, em estradas, ruas, campo, entre outros.

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  • Atenção aos detalhes

    Publicado em 8 de Abril de 2009 Clube do Diesel Sem comentários

    Para proteger as peças internas do motor Diesel, é extremamente importante atentar aos detalhes e seguir regras simples de utilização.
    Para iniciar a aceleração em um motor Diesel, aguarde a luz de pressão do óleo apagar. Dessa forma, o motor estará com a máxima eficiência de lubrificação e as peças internas estarão protegidas e não sofrerão danos.
    A troca de marcha deve ser realizada na faixa de torque máxima. Essa informação é obtida no manual do proprietário. Recomenda-se trocar a marcha entre 2.000 a 3.500 rpm. Lembre-se que o regime de giro de um motor Diesel é diferente dos motores à gasolina.
    Uma dica aos usuários que utilizam veículos a Diesel em regiões frias, é girar a chave, e antes de dar a partida, aguardar a luz da vela aquecedora apagar. Isso indica que a vela aqueceu a câmara de combustão e consequentemente o motor terá um melhor rendimento.

  • Qual a diferença entre o pedal de acelerador de um veículo com motor eletrônico e de um mecânico?

    Publicado em 6 de Abril de 2009 Clube do Diesel 3 comentários

    Ao contrário do pedal de acelerador de um veículo com motor mecânico, o de motor eletrônico não é acionado por cabos ou varetas. O pedal de acelerador de um veículo com motor eletrônico é um sensor do tipo resistivo que, ao acioná-lo, varia a resistência interna e indica ao Módulo Eletrônico de Controle (ECM), qual a posição do acelerador, por meio de um sinal elétrico. Com base neste sinal e nos demais dos outros sensores é que o ECM calcula a quantidade de combustível a ser injetada em cada cilindro.

  • A hora certa para a manutenção

    Publicado em 2 de Abril de 2009 Clube do Diesel Sem comentários

    Para todos os motores existe uma tabela periódica para o plano de manutenção especificada, que deve ser seguida rigorosamente.
    Dentro do processo de manutenção todos os itens que envolvem manutenção preventiva devem ser corretamente analisados, levando-se em consideração as condições de aplicação. Com as aplicações severas, os cuidados devem ser redobrados.
    A manutenção preventiva pode ser mais econômica pelos seguintes motivos:
    Diminui muito as chances de ter o veículo ou equipamento parado no meio de um serviço, perdendo-se produtividade. Além disso, evitam-se gastos com guincho, serviços de terceiros, etc.
    No momento que se está realizando um serviço no motor, outras peças podem ser trocadas ao mesmo tempo, de acordo com a programação, economizando o tempo utilizado pelo mecânico.

  • Qual a função da válvula termostática?

    Publicado em 31 de Março de 2009 Clube do Diesel 89 comentários

    A função da válvula termostática é controlar a temperatura do motor. Ela possui um bulbo com cera que se expande ou contrai em função da temperatura do fluído que a envolve. Esse bulbo com cera controla mecanicamente a válvula que abre e fecha a passagem do fluído de arrefecimento do motor até a entrada da bomba de água ou do radiador.
    Quando o fluído de arrefecimento atinge a temperatura de trabalho, as válvulas se abrem e parte do fluxo migra para o radiador. A válvula termostática exerce duas tarefas muito importantes:
    Quando fechada acelera o processo de aquecimento do motor até a temperatura ideal de funcionamento, impedindo a circulação de água pelo radiador. Neste caso, a água circula entre a bomba, bloco e cabeçote.
    Mantém a temperatura do motor em nível ideal para o bom funcionamento, através da regulagem da abertura e fechamento da passagem para o radiador. Nunca remova a válvula termostática do motor. Se tiver algum problema, verifique em uma oficina autorizada a causa.